terça-feira, 1 de outubro de 2013

The Tattoorialist

The Tattoorialist  é um blog sobre tatuagens, sobre pessoas atractivas com tatuagens impressionantes e sobre o gosto de Nicolas Brulez, Portrait of The Tattoorialistfotógrafo nas Semanas da Moda, que foi influenciado por Scott Schuman - The Sartorialist. Em cada foto, apresenta a pessoa e fotografa, em pormenor, as tatuagens que possui. 

Tattoo Girl immaxdarling suicide girl the tattoorialist
tattoo by Artcannes et Jessa Moulin photos by Nicolas Brulez aka The Tattoorialist for INKED MAG
Stef et Alex ©TheTattoorialist aka Nicolas Brulez, Tattoos by Jean Luc Navette Ludo Art Corpus et Sour and Sweet Tattoos
tattoos by Manu Badet ,Candy Cane, Dimitri HK Sour & Sweet Tattoo, Alix Ge, Dodie, Loïc Abraxas, Link Bossman, Greg Laraigne photo by Nicolas Brulez aka The Tattoorialist
french tattoo artist Oscar y Astiz The Tattoorialist
Cédric Ferron Man with tattoos by Octopus Tattoo Dago Mundo photo by Nicolas Brulez aka The Tattoorialist
Markus for Inked Mag France by ©TheTattoorialist aka Nicolas Brulez
Hannah Degraves from AKA Berlin tattoo parlor
Dantelespagnol ©thetattoorialist
Old School tattoo on legs-the-tattoorialist
Jon S. Maloy tattooed by Issa (TinTin Tattoo) Dan Santoro and Le Sphinx photo by Nicolas Brulez aka The Tattoorialist
Lucy Heff for ELLE Magazine ©thetattoorialist
anthony green bodmods by Samppa Von Cyborg
Gunther Love & Daphné Burki for Schweppes Zero ©thetattoorialist
Eric Perfect from Kadillac Tattoo Deuce Mondial du Tatouage Paris 2013 ©thetattoorialist
Neel from schorembarbier tattoo
Michael Madsen G-Star Raw ©TheTattoorialist
Swallou ©The Tattoorialist Kat von D (L.A ink), Disea (Disea Graffink), Boxer (Low rider tattoo), Angelique Houtkamp ( Salon Serpent Tattoo Parlour), Mike Giant, Norm (Will rise tattoo), Freddy Corbin (Temple Tattoo), Opie Ortiz (Opie Tattoo), Bob Roberts (Spot light tattoo), Hiro (Cotton pickin)
inked boy the tattoorialist Black Ink Story
Miss Glitter PainKiller the tattoorialist
french tattooist Laura Satana for Make Up For Ever

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Vermelho fica sempre bem!!!

Cadeirão Caçuã
de
Sérgio Matos

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Razões para ver... The Iron Lady


O filme The Iron Lady traz ao ecrã Meryl Streep que interpreta Margaret Thatcher, num registo biográfico.
O filme começa com Margaret Thatcher já com uma certa idade, com dificuldades em situar-se no espaço e no tempo, pois é "assombrada" pelo seu marido, já falecido. Com determinadas situações que surgem, recorda os seus tempos de jovem, em constante analepse e prolepse. 
A jovem Margaret surge no ecrã a trabalhar na mercearia do pai, enquanto estudava, e de forma gradual este a vai aconselhando-a ser um indivíduo diferenciado dos outros.
A jovem entra para a universidade e, após a sua graduação, entra para o Partido Conservador, sempre sob influência da ideologia do pai.
Ao longo deste percurso, começa a enfrentar os seus adversários, quer dentro, quer fora do partido. Com opinião muito vincada e decidida, posiciona-se num mundo de homens, acabando por ser candidata para um lugar no Parlamento. Perde esta posição, mas vence entre os seus colegas partidários, ganhando respeito, e namorando e casando com Denis Thatcher. Denis é tudo o que Margaret nunca seria: brincalhão, dedicado à família e companheiro.
Na sua ambição por uma posição de respeito, Thatcher, mesmo com dois filhos gémeos, concorre e conquista um lugar no Parlamento. Passados anos de troca de argumentos no Parlamento, sendo a única mulher entre homens, consegue um lugar como Ministra da Educação. Mesmo assim, a sua voz nunca é inteiramente ouvida pelo primeiro-ministro.
Com falta de firmeza do seu líder de partido, Margaret decide concorrer e acaba por vencer, tornando-se uma voz activa contra as políticas do Estado britânico. Ela desencadeia uma viragem na política, facilitada por uma economia instável, uma política "mole", guerras com sindicatos e aumento do desemprego, pois concorre para o Governo e é eleita a primeira-ministra do Reino Unido.
Margaret Thatcher teve um pulso de ferro e enfrentou opiniões contrárias dentro do seu partido por políticas austeras, com pouco poder de negociação com os sindicatos, com a preocupação com a inflacção, com o aumento gradual do desemprego, as privatizações de indústrias e de companhias de transportes.
O seu grande teste foi a invasão das ilhas Falkland pela Argentina. Margaret foi ao limite do povo britânico, que vivia com dificuldades, mas desperdiçava fundos numa guerra externa. O recuo da Argentina acabou por ajudar a imagem desgastada e austera de Margaret e valeu-lhe o segundo mandato. A nível pessoal, tudo foi crucificado, estando afastada dos seus filhos e tendo um homem que a amava, mas que apenas vivia como sua sombra.
Margaret acaba por sofrer um atentado num hotel e mesmo sob ameaça so IRA, continua com a sua política conquista o terceiro mandato. Mas, com o tempo, deixa de ter seguidores e apoiantes e acaba por decidir resignar, com o apoio do marido.
Margaret acaba por refugiar-se em casa, distante dos filhos e com lapsos de memória. 
O filme apresentando-se com estes exemplos de narrativas (analepses e prolepses) acaba por se tornar mais rico e entende-se o porquê de Margaret chegar ao ponto mental e físico apresentado, tendo um percurso construido com muito trabalho, dedicação e com pulso. Foi uma mulher de convicções e determinada e isso vê-se sempre ao longo da metragem. Apesar de vermos a sua ascensão política, é a forma declínica que mais se destaca no filme, com a relação irreal com o marido, a disturção dos filhos pequenos/grandes e saídas pouco convencionais para a sua idade. Há imagens constantes da altura, paralelas a cenários criados, há personagens pouco destacadas, como o marido e os filhos, tornando a sua vida pessoal pouco relevante, e cada período da sua vida é retratado de forma curta e directa. 
A grande estrela do filme é sobretudo Meryl Streep, pois não desilude e quer sendo Margaret nova ou já idosa. A actriz prende sempre o espectador e facilita um argumento pouco profundo à vida de Thatcher. Politicamente é bem apresentada, mesmo por períodos especificos curtos, mas a nível pessoal é um filme pobre, pouco explorando a interpretação de Jim Broadbent. A transformação de Streep além de física é psicológica, pois torna-se realmente na personagem. 
The Iron Lady encontra-se já em DVD. 

She´s everything... a great actress!


Meryl Streep como Wicked Witch, em In the Woods

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

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Boa leitura para Outono